📌 O Morgan Stanley (MSBR34, MS) encerrou o ano de 2025 com um desempenho classificado pela gestão como excepcional, consolidando a força de seu modelo de firma integrada.
No quarto trimestre, o banco reportou uma Receita Líquida de US$ 17,9 bilhões, uma alta de 10% em relação ao mesmo período de 2024. O Lucro Líquido aplicável à companhia somou US$ 4,4 bilhões, representando um crescimento de 18% na comparação anual.
No acumulado de 2025, a receita atingiu o recorde de US$ 70,6 bilhões, um avanço de 14% frente ao ano anterior. O lucro por ação (EPS) diluído no trimestre foi de US$ 2,68, um salto de 21%. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido Tangível (ROTCE) foi de robustos 21,8% no trimestre.
Destaques Financeiros do 4T25 (vs. 4T24):
•Receita Líquida Total: US$ 17,9 bilhões, com alta de 10%.
•Lucro Líquido: US$ 4,4 bilhões, um aumento de 18%.
•Lucro por Ação (EPS) Diluído: US$ 2,68, crescendo 21%.
•Eficiência Operacional: O índice de eficiência melhorou para 68%, ante 69% no ano anterior (quanto menor, melhor).
•Retorno sobre Tangível (ROTCE): Atingiu 21,8% no trimestre e 21,6% no ano.
Análise da Capitalizo (Resultado Positivo)
O Morgan Stanley entregou um resultado que reforça sua bem-sucedida transição para uma casa de gestão de ativos e fortunas com suporte de um banco de investimento agressivo.
O grande "vencedor" do trimestre foi o segmento de Institutional Securities, onde as receitas de Investment Banking dispararam 47%.
Esse salto foi impulsionado pela retomada de fusões e aquisições (M&A) e pelo aumento nas subscrições de renda fixa e ofertas de ações (IPOs).
O segmento de Wealth Management continua sendo a âncora de estabilidade, com receitas recordes de US$ 31,8 bilhões no ano (+12%) e ativos totais de clientes chegando a US$ 9,3 trilhões.
A margem pré-impostos da divisão em 31,4% no trimestre demonstra uma rentabilidade altíssima e previsível.
A única nota de cautela veio da Renda Fixa, que recuou 9% no trimestre devido a menores volumes em commodities e menor volatilidade em câmbio.
Complemento Estratégico
A estratégia da "Firma Integrada" permitiu que o Morgan Stanley capturasse mais de US$ 350 bilhões em novos ativos líquidos em 2025.
A gestão conseguiu gerar alavancagem operacional mesmo com o aumento das despesas de compensação, que subiram 12% acompanhando o crescimento das receitas.
Com um índice de capital CET1 de 15,0%, o banco entra em 2026 com excesso de capital para sustentar tanto o crescimento orgânico quanto o retorno aos acionistas.
O foco para o próximo ano deve ser a manutenção da liderança em M&A global, onde o banco ocupa posição de destaque, e a continuidade da expansão da margem em gestão de fortunas para o alvo de médio prazo da gestão.
Análise da Capitalizo
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