📌 O Bank of America (BAC, BOAC34) reportou resultados sólidos para o quarto trimestre de 2025, com um Lucro Líquido de US$ 7,6 bilhões.
Este desempenho representa um crescimento de 12,4% em relação aos US$ 6,8 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior. O lucro por ação (EPS) diluído foi de US$ 0,98, uma alta de 18% na comparação anual.
A Receita Total somou US$ 28,4 bilhões, um aumento de 7% em relação ao 4T24. O resultado foi impulsionado pelo forte desempenho da Receita Líquida de Juros (NII) e pelo crescimento nas taxas de gestão de ativos e receitas de vendas e trading.
O CEO Brian Moynihan destacou que o banco encerrou um ano forte, com o lucro anual ultrapassando US$ 30 bilhões.
Destaques Financeiros do 4T25 (vs. 4T24):
•Receita Líquida Total: US$ 28,4 bilhões, com crescimento de 7%.
•Receita Líquida de Juros (NII): US$ 15,8 bilhões, uma alta de 10%, beneficiada pelo repricing de ativos e maiores saldos de depósitos e empréstimos.
•Lucro Líquido: US$ 7,6 bilhões, subindo 12%.
•Lucro por Ação (EPS) Diluído: US$ 0,98, um salto de 18%.
•Eficiência Operacional: O índice de eficiência melhorou para 61%, uma evolução de 194 pontos-base.
•Retorno sobre Patrimônio Líquido Tangível (ROTCE): Atingiu 14,0% no trimestre.
•Provisão para Perdas de Crédito: US$ 1,3 bilhão, uma redução frente aos US$ 1,5 bilhão do ano anterior.
Análise da Capitalizo (Resulltado Positivo)
O Bank of America entregou um trimestre de crescimento orgânico consistente e disciplina operacional.
O destaque principal foi a capacidade do banco de expandir sua Receita Líquida de Juros em 10% , mesmo em um cenário de taxas de juros em mutação, graças à gestão eficiente do balanço e ao crescimento de 3% nos depósitos médios, que superaram a marca de US$ 2 trilhões.
A melhoria de quase 200 pontos-base na eficiência operacional reforça que o banco está conseguindo crescer receitas em ritmo superior às despesas (alavancagem operacional positiva), apesar dos investimentos contínuos em tecnologia e pessoas.
Além disso, a qualidade do crédito permanece saudável, com a queda nos níveis de inadimplência líquida (net charge-offs) para US$ 1,3 bilhão.
Complemento Estratégico
Todas as quatro principais linhas de negócio apresentaram crescimento nos saldos de empréstimos. A divisão de Consumer Banking lucrou US$ 3,3 bilhões (+17% YoY) , mantendo a liderança em depósitos nos EUA.
Em Global Wealth & Investment Management (GWIM), o lucro subiu 20% para US$ 1,4 bilhão , impulsionado por taxas de gestão de ativos recordes.
O banco também demonstrou força no mercado de capitais: as receitas de Sales and Trading em Global Markets cresceram 10% , marcando o 15º trimestre consecutivo de crescimento anual.
No acumulado de 2025, o BAC retornou US$ 8,4 bilhões aos acionistas no trimestre entre dividendos e recompras , encerrando o período com um índice de capital CET1 de 11,4%, bem acima dos requisitos regulatórios.
Análise da Capitalizo
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