📌 O Citigroup (CTGP34, C) reportou um lucro líquido de US$ 2,5 bilhões no quarto trimestre de 2025, o que representa US$ 1,19 por ação diluída.
A receita no período foi de US$ 19,9 bilhões, refletindo um crescimento de 2% em relação ao ano anterior.
Os resultados foram impactados por um item notável: uma perda de **US$ 1,2 bilhão** (US$ 1,1 bilhão após impostos) relacionada à venda planejada do AO Citibank na Rússia. Excluindo esse impacto, o lucro líquido ajustado teria sido de US$ 3,6 bilhões, com um lucro por ação ajustado de US$ 1,81.
Destaques Financeiros do 4T25 (vs. 4T24):
•Receita Líquida Total: US$ 19,9 bilhões, uma alta de 2% na comparação anual.
•Lucro Líquido Reportado: US$ 2,5 bilhões, representando uma queda de 13%.
•Lucro por Ação (LPA) Diluído: US$ 1,19, uma redução de 11% em relação aos US$ 1,34 do ano passado.
•Retorno sobre Patrimônio Líquido Tangível (ROTCE): 5,1% no trimestre (ou 7,7% se excluído o item da Rússia).
•Eficiência Operacional: O índice de eficiência foi de 69,6%, comparado a 67,1% no 4T24.
•Índice de Capital CET1: Encerrou em 13,2%, mantendo-se acima dos requisitos regulatórios.
Análise da Capitalizo (Resultado Positivo)
Apesar da queda no lucro líquido reportado — explicada em grande parte pela limpeza contábil da operação na Rússia e por maiores despesas tributárias —, o Citi demonstrou progresso em sua transformação.
O banco conseguiu gerar alavancagem operacional positiva em suas cinco linhas de negócio, evidenciando que os investimentos em simplificação estão começando a impulsionar o crescimento do topo da linha.
O destaque positivo continua sendo o segmento de Services, com alta de 15% na receita, impulsionado por maiores depósitos e margens.
Por outro lado, o aumento de 6% nas despesas operacionais e a elevação das provisões para impostos ainda são pontos de atenção para a rentabilidade de curto prazo.
No entanto, a sólida base de capital permite que o banco continue investindo enquanto remunera agressivamente o acionista.
Complemento Estratégico
A divisão de Banking teve um trimestre excepcional, com crescimento de receita de 79%, impulsionada pelo aumento de 35% nas taxas de Banco de Investimento, especialmente em assessoria (Advisory) e mercados de capitais de dívida. Na frente de cartões (USPB), o banco dobrou seus retornos focando em engajamento do cliente e novos produtos.
O compromisso com o retorno de valor é um dos pilares da tese atual: em 2025, o Citi retornou US$ 17,6 bilhões aos acionistas (US$ 5,6 bilhões apenas no 4T25), o maior volume desde a pandemia, com um payout ratio de 133%.
Para 2026, a meta da gestão é atingir um ROTCE entre 10% e 11%.
Análise da Capitalizo
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