📌 O Wells Fargo (WFCO34, WFC) encerrou o quarto trimestre de 2025 com resultados que superaram as expectativas operacionais, reportando um Lucro Líquido de US$ 5,4 bilhões, o que equivale a US$ 1,62 por ação.
Excluindo o impacto de itens notáveis, como as despesas de rescisão de US$ 612 milhões, o lucro ajustado subiu para US$ 5,8 bilhões, ou US$ 1,76 por ação diluída.
O grande marco do período foi a remoção do limite de ativos (asset cap) imposto pelo Federal Reserve e o encerramento de múltiplas ordens de consentimento. Com isso, o banco atingiu sua meta anterior de ROTCE de 15% e estabeleceu um novo alvo de médio prazo entre 17% e 18%.
Destaques Financeiros do 4T25 (vs. 4T24):
•Receita Total: Atingiu US$ 21,3 bilhões, um crescimento de 4% em relação ao ano anterior.
•Lucro Líquido: Registrou US$ 5,4 bilhões, uma alta de 6% na comparação anual.
•Lucro por Ação (LPA): O lucro diluído por ação comum cresceu 13%, chegando a US$ 1,62.
•Eficiência Operacional: O índice de eficiência melhorou para 64%, comparado aos 68% do mesmo período no ano anterior.
•Retorno sobre Patrimônio (ROE): O ROE foi de 12,3%, um aumento frente aos 11,7% de 2024.
•ROTCE: O retorno sobre o patrimônio líquido tangível médio subiu para 14,5%.
Análise da Capitalizo (Resultado Positivo)
A narrativa do Wells Fargo mudou de "recuperação regulatória" para "crescimento e eficiência". A remoção das restrições do Fed é um divisor de águas, permitindo que o banco expanda seu balanço e compita em pé de igualdade com seus pares.
A receita líquida de juros subiu 4%, impulsionada por maiores saldos de empréstimos e investimentos, compensando as mudanças no mix de depósitos.
No lado dos custos, a disciplina continua sendo prioridade: nos últimos 5 anos, o banco realizou reduções de despesas brutas de US$ 15 bilhões, permitindo reinvestir no crescimento sem elevar significativamente a base de gastos total.
No entanto, permanecemos atentos ao setor imobiliário comercial, especialmente no portfólio de escritórios, que continua gerando perdas e pressionando as baixas contábeis.
Complemento Estratégico
O banco demonstrou forte tração em áreas de maior margem: o volume de novos cartões de crédito cresceu mais de 20% e o financiamento de automóveis registrou alta de 19% nos saldos.
No banco de investimento, as taxas subiram 14% e a posição da empresa no ranking de M&A saltou da 12ª para a 8ª colocação.
O compromisso com o acionista segue robusto, com o retorno de US$ 23 bilhões em 2025, sendo US$ 18 bilhões em recompras de ações e um aumento de 13% nos dividendos por ação comum.
Análise da Capitalizo
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