📌 A Microsoft (MSFT34, MSFT) reportou resultados robustos para o seu segundo trimestre fiscal de 2026, reafirmando sua liderança na infraestrutura global de Inteligência Artificial.
A Receita Total atingiu US$ 81,3 bilhões, um crescimento de 17% em relação ao mesmo período do ano anterior. O Lucro Líquido (Non-GAAP) somou US$ 30,9 bilhões, representando uma alta de 23% na comparação anual.
O lucro por ação (EPS) diluído ajustado foi de **US$ 4,14**, superando as expectativas e registrando um avanço de 24% frente ao ano anterior.
Vale notar que, no critério contábil GAAP, o lucro líquido saltou 60%, atingindo US$ 38,5 bilhões, impulsionado por um ganho não recorrente de US$ 10 bilhões relacionado à recapitalização da OpenAI.
Destaques Financeiros do 2T26 (vs. 2T25):
•Receita Total: US$ 81,3 bilhões, com alta de 17%.
•Lucro Líquido (Ajustado): US$ 30,9 bilhões, um crescimento de 23%.
•Lucro por Ação (EPS Diluído Ajustado): US$ 4,14, um salto de 24%.
•Receita do Microsoft Cloud: Atingiu US$ 51,5 bilhões, crescendo 26% e representando mais da metade do faturamento total da companhia.
•Azure e outros serviços de nuvem: Registraram uma expansão de 39%, impulsionada pela forte demanda por serviços de IA.
•Capex (Investimentos em Capital): Somou US$ 37,5 bilhões no trimestre, um aumento massivo de 66% para sustentar a expansão da infraestrutura de nuvem e IA.
Análise da Capitalizo (Resultado Positivo)
A Microsoft entregou um trimestre de "aceleração em escala". O ponto mais relevante não é apenas o crescimento da receita, mas a qualidade dele: as reservas comerciais (commercial bookings) dispararam 230%, influenciadas por grandes compromissos contratuais de longo prazo de parceiros como OpenAI e Anthropic para utilizar a nuvem Azure.
A empresa está conseguindo converter o entusiasmo com a IA em faturamento real e recorrente.
O aumento de 66% no Capex para US$ 37,5 bilhões mostra que a Microsoft está "dobrando a aposta" em hardware (GPUs e CPUs) e data centers para não perder o passo da demanda reprimida por processamento.
Embora isso pressione o fluxo de caixa livre no curto prazo (que caiu 9% para US$ 5,9 bilhões), a margem bruta da nuvem permanece em saudáveis 67%, provando que a operação de IA já nasce altamente rentável.
Complemento Estratégico
A divisão de Produtividade (Office 365) continua sua transição para o modelo "Copilot-first", com a receita do Office 365 Commercial subindo 17%, beneficiada pela maior receita por usuário.
O único ponto de estabilidade foi a divisão de computação pessoal, onde a receita de Gaming caiu 3%, compensada pelo crescimento de 10% em publicidade no LinkedIn e buscas.
Para 2026, a empresa espera manter a margem operacional em torno de 31,5% e projeta que as receitas de anúncios aproximadamente dobrem, consolidando novas avenidas de crescimento além do software tradicional.
A Microsoft encerrou o período com uma obrigação de desempenho remanescente (RPO) de US$ 625 bilhões, o que garante uma visibilidade de receita sem precedentes para os próximos anos.
Análise da Capitalizo
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