📌 A ExxonMobil (EXXO34, XOM) reportou resultados para o quarto trimestre de 2025 que demonstram a resiliência da sua operação, apesar da volatilidade nos preços das matérias-primas.
No 4T25, a Receita e outros rendimentos totais somaram 82,3 mil milhões de dólares, o que representa uma ligeira queda de 1,3% em relação aos 83,4 mil milhões de dólares registados no 4T24.
O Lucro Líquido reportado no período foi de 6,5 mil milhões de dólares (1,53 dólares por ação), uma redução de 14,6% na comparação anual face aos 7,6 mil milhões de dólares do 4T24.
No critério ajustado, que exclui itens identificados (principalmente imparidades), o lucro foi de 7,3 mil milhões de dólares, ou 1,71 dólares por ação.
Destaques Financeiros do 4T25 (vs. 4T24):
•Receita Total: 82,3 mil milhões de dólares, com queda de 1,3%.
•Lucro Líquido Reportado: 6,5 mil milhões de dólares, representando uma descida de 14,6%.
•Lucro por Ação (EPS) Diluído: 1,53 dólares, uma retração de 11% frente aos 1,72 dólares do ano anterior.
•Produção Upstream: Atingiu 4,99 milhões de barris de óleo equivalente por dia (koebd) no trimestre, o nível mais elevado em mais de 40 anos.
•Fluxo de Caixa Operacional: Somou 12,7 mil milhões de dólares no trimestre.
•Distribuições aos Acionistas: Totalizaram 9,5 mil milhões de dólares no trimestre, entre dividendos e recompras.
Análise da Capitalizo (Resultado Positivo)
A ExxonMobil entregou um trimestre de forte execução operacional, conseguindo compensar parte da fraqueza nos preços do crude com um crescimento de volumes em ativos estratégicos.
O destaque absoluto foi a produção no Permian e na Guiana, que atingiu recordes trimestrais de 1,8 milhões e 875 mil barris por dia, respetivamente.
Esta migração para ativos de baixo custo de extração permitiu à empresa manter uma geração de caixa robusta mesmo num cenário menos favorável.
A disciplina de custos continua a ser um diferencial competitivo: a empresa já gerou 15,1 mil milhões de dólares em poupanças estruturais cumulativas desde 2019, superando todas as outras grandes petrolíferas internacionais combinadas.
Embora o segmento de Produtos Químicos tenha registado prejuízo no trimestre devido a margens mais baixas na indústria, a força do refino e da produção de combustíveis renováveis ajudou a equilibrar o portfólio.
Complemento Estratégico
A estratégia da ExxonMobil foca-se agora na captura de mais valor por barril produzido e na expansão de plataformas de crescimento em tecnologias de baixo carbono.
A empresa atingiu antecipadamente os seus planos para 2030 de redução de emissões corporativas de gases com efeito de estufa e intensidade de queima (flaring).
O retorno de capital permanece prioritário: a companhia aumentou o seu dividendo anual pelo 43.º ano consecutivo e planeia recomprar mais 20 mil milhões de dólares em ações até ao fim de 2026.
Com um balanço sólido e rácio de dívida líquida sobre capital de apenas 11%, a ExxonMobil entra em 2026 com flexibilidade financeira para investir através do ciclo.
Análise da Capitalizo
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