📌 A economia da China cresceu +5,0% em 2025, atingindo a meta do governo, apoiada por uma participação recorde na demanda global por produtos chineses para compensar a fraqueza do consumo interno, estratégia que ajudou a mitigar o impacto das tarifas dos Estados Unidos, mas que se mostra cada vez mais difícil de sustentar.
O movimento levou o país a registrar um
superávit comercial recorde de US$ 1,2 trilhão, 20% maior que em 2024, apesar
da queda de cerca de um quinto nos embarques para os EUA, compensada pelo
avanço das exportações para outras regiões.
Em contraste, os dados mostram
fragilidade doméstica, com a produção industrial crescendo +5,9% em 2025, acima
das vendas no varejo, que avançaram +3,7%, enquanto o investimento imobiliário
caiu -17,2%, o investimento em ativos fixos recuou -3,8% e o investimento
privado diminuiu -6,4%.
No quarto trimestre, o PIB avançou +4,5%
na comparação anual, levemente acima das expectativas, mas desacelerando frente
aos -4,8% do terceiro trimestre.
Para 2026, uma pesquisa da Reuters
aponta crescimento de +4,5%, refletindo os riscos de desaceleração caso o
governo não consiga redirecionar estímulos ao consumo interno.
Análise da Capitalizo
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