📌 O Santander Brasil (SANB11) encerrou o quarto trimestre de 2025 com resultados que consolidam sua trajetória de recuperação e foco na rentabilidade.
O banco reportou um Lucro Líquido Gerencial de R$ 4,1 bilhões no trimestre, o que representa um crescimento de 1,9% em relação ao trimestre anterior (3T25) e uma alta de 6,0% na comparação com o quarto trimestre de 2024 (4T24).
No acumulado de 2025, o lucro atingiu R$ 15,6 bilhões, um avanço de 12,6% frente ao ano anterior.
O Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio (ROAE) situou-se em 17,6% , permanecendo estável frente ao 3T25 e com uma leve retração de 0,1 ponto percentual em relação ao 4T24.
Destaques Financeiros do 4T25:
•Margem Financeira Bruta: Somou R$ 15,3 bilhões , crescendo 0,8% no trimestre , mas apresentando queda de 4,0% na comparação anual.
•Receitas de Comissões: Totalizaram R$ 5,7 bilhões , com alta de 3,6% frente ao 3T25 e de 4,3% em relação ao 4T24.
•Carteira de Crédito Ampliada: Atingiu R$ 708,2 bilhões , uma expansão de 2,8% no trimestre e de 3,7% em 12 meses.
•Custo de Crédito: Encerrou o período em 3,76% , uma melhora de 0,1 ponto percentual no trimestre , embora tenha subido 0,3 ponto percentual na comparação anual.
•Inadimplência (NPL > 90 dias): O índice total ficou em 3,7% , apresentando alta de 0,3 ponto percentual no trimestre e de 0,5 ponto percentual em relação ao ano anterior.
•Despesas Gerais: Somaram R$ 6,6 bilhões , com aumento sazonal de 3,3% no trimestre e queda de 2,0% frente ao 4T24.
•Captações de Clientes: O saldo total foi de R$ 670,4 bilhões , crescendo 1,7% no trimestre e 3,9% em um ano.
Análise da Capitalizo (Resultado Positivo)
O Santander entregou um trimestre de execução disciplinada, priorizando a qualidade da carteira e a principalidade do cliente em sua nova estratégia "One Santander".
O crescimento de 1,9% no lucro trimestral reflete um desempenho sólido na margem com clientes e uma evolução diversificada nas receitas de prestação de serviços e comissões , que continuam sendo um pilar relevante de crescimento.
O custo de crédito apresentou estabilidade no trimestre , mas o cenário macroeconômico ainda exerce pressão sobre os índices de inadimplência , especialmente no segmento de pessoa física, onde o NPL acima de 90 dias atingiu 4,6%.
Por outro lado, a gestão de gastos tem sido rigorosa, com uma redução real de 4% nas despesas totais em dois anos , permitindo que o banco invista em tecnologia e expansão sem comprometer severamente o índice de eficiência.
Complemento Estratégico
A solvência do banco permanece em níveis confortáveis, com um Índice de Basileia de 15,4% (alta de 1,1 p.p. em um ano ) e Capital Nível 1 (CET1) de 11,6%.
A estratégia de hiperpersonalização através do uso intensivo de Inteligência Artificial tem gerado ganhos de produtividade, como o aumento de 47% na eficiência do atendimento da ouvidoria.
Para 2026, o foco contínuo na transformação da jornada do cliente e na diversificação de captações — com maior ênfase em depósitos de pessoa física — deve suportar a manutenção das margens.
O banco projeta seguir com a simplificação de seu portfólio de produtos para empresas, que já registrou queda de 22% na variedade no último ano.
Análise da Capitalizo
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