CSN (CSNA3) vende fatia de 11,17% na MRS para reduzir alavancagem

Publicado em 19/12/2025

📌 A CSN (CSNA3) firmou acordo para vender até 11,17% de sua participação na transportadora ferroviária MRS para a controlada CSN Mineração (CMIN3), em operação que pode chegar a R$ 3,35 bilhões.

O movimento reforça o plano da companhia de reduzir endividamento e otimizar o portfólio de ativos.

A transação será realizada em duas etapas. Na primeira, já acertada, serão pagos à vista R$ 2,75 bilhões pela transferência de 974,8 mil ações ordinárias, 2,67 milhões de ações preferenciais classe A e 27,3 milhões de ações preferenciais classe B, equivalentes a 9,17% do capital da MRS.

A segunda etapa, estimada em cerca de R$ 600 milhões, envolve a venda de 6,7 milhões de ações preferenciais classe B, representativas de 2% do capital, condicionada às aprovações legais usuais.

Com a conclusão dessa fase, a CSN deixará de deter ações preferenciais da MRS, mantendo participação de 13,69% no capital votante. O grupo já havia comunicado, no mês passado, que negociava a venda dessa fatia para sua mineradora.

Nosso posicionamento: Na nossa visão, o movimento é positivo para ambas as empresas. Para a CSN, a venda da fatia na MRS contribui para a redução da alavancagem, que segue como principal desafio da companhia e tem pressionado seus resultados.

Após a operação, a CSN ainda manterá uma participação remanescente na MRS, mas agora minoritária e pouco relevante.

Já para a CSN Mineração, o ativo faz sentido estratégico, especialmente em um cenário de preços mais altos do minério de ferro, tornando a MRS mais relevante para sua operação logística do que para a própria CSN.

Assim, entendemos que o deal é coerente e tende a gerar benefícios para as duas companhias.


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