📌 A BlackRock (BLAK34, BLK) encerrou o ano de 2025 com um desempenho histórico, impulsionado por uma entrada recorde de recursos e pela valorização dos mercados.
Os Ativos sob Gestão (AUM) da companhia atingiram a marca sem precedentes de US$ 14,04 trilhões, representando um crescimento de 22% em relação ao final de 2024. No quarto trimestre, a receita líquida totalizou US$ 7,01 bilhões, uma alta de 23% na comparação anual.
Embora o lucro líquido reportado (GAAP) tenha sofrido uma queda contábil de 33% no trimestre (US$ 1,13 bilhão), esse resultado foi impactado por despesas não recorrentes relacionadas a aquisições e uma contribuição beneficente extraordinária. No critério ajustado, que exclui esses itens, o lucro líquido subiu 16%, atingindo US$ 2,18 bilhões.
Destaques Financeiros do 4T25 (vs. 4T24):
•Receita Líquida Total: US$ 7,01 bilhões, com alta de 23%.
•Lucro Líquido Ajustado: US$ 2,18 bilhões, um crescimento de 16%.
•Lucro por Ação (EPS) Ajustado: US$ 13,16, alta de 10% em relação aos US$ 11,93 do ano anterior.
•Captação Líquida (Net Inflows): US$ 342 bilhões no trimestre, totalizando um recorde de US$ 698 bilhões no ano.
•Margem Operacional Ajustada: Situou-se em 45,0%, comparada a 45,5% no 4T24.
•Retorno ao Acionista: US$ 5 bilhões retornados em 2025, incluindo US$ 1,6 bilhão em recompras.
•Dividendos: Aumento de 10% no dividendo trimestral aprovado, passando para US$ 5,73 por ação.
Análise da Capitalizo (Resultado Positivo)
A BlackRock inicia 2026 com um "momentum" excepcional em toda a sua plataforma. O crescimento orgânico de 12% nas taxas base no quarto trimestre reflete a força diversificada da gestora, com destaque para os ETFs iShares e estratégias de mercados privados.
A empresa provou ser uma operadora de escala única, capaz de capturar fluxos tanto em mercados tradicionais quanto em ativos alternativos e digitais.
A ligeira compressão na margem operacional ajustada (de 45,5% para 45,0%) é vista como natural, dado o ciclo intenso de investimentos e integração de novas plataformas.
A capacidade de gerar US$ 342 bilhões em novas captações apenas no trimestre final do ano demonstra que a confiança dos investidores na tese da BlackRock como a principal provedora de soluções de investimento e tecnologia (via Aladdin) permanece inabalável.
Complemento Estratégico
O ano de 2026 será o primeiro da BlackRock como uma plataforma totalmente unificada com as aquisições de GIP, HPS e Preqin.
Essa movimentação posiciona a gestora na liderança do mercado de infraestrutura e crédito privado, áreas que são os maiores novos canais de crescimento da indústria.
A meta da gestão é audaciosa: atingir US$ 400 bilhões em captação para mercados privados até 2030.
Além disso, a empresa segue na vanguarda da tokenização e ativos digitais, consolidando seu papel como um player fundamental na modernização dos mercados financeiros globais.
Análise da Capitalizo
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