Aura Minerals (AURA33) divulga resultados do 3T25

Publicado em 05/11/2025

📌 A Aura Minerals (AURA33) reportou resultados recordes no 3T25, impulsionados pela entrada em operação da mina de Borborema e pelos altos preços do ouro. O EBITDA Ajustado atingiu um recorde histórico de US$ 152,1 milhões, um salto de 95% contra o 3T24. A Receita Líquida também foi recorde, somando US$ 247,8 milhões, alta de 59% (a/a).

O desempenho foi puxado pelo preço médio realizado do ouro, que atingiu US$ 3.385/onça (alta de 40% a/a) , e pela produção recorde de 74,2 mil onças (GEO). 

O crescimento operacional veio da nova mina de Borborema, que iniciou a produção comercial em setembro , e de melhorias em Almas.

A empresa demonstrou forte disciplina de custos, com o AISC (custo total) caindo 4% contra o 2T25, para US$ 1.396/GEO. A alavancagem despencou: a Dívida Líquida/EBITDA LTM caiu de 0,81x no 2T25 para apenas 0,15x no 3T25.

Destaques-Chave do 3T25

Receita Líquida: US$ 247,8 milhões (+59% a/a).
EBITDA Ajustado: US$ 152,1 milhões (+95% a/a) (Recorde).
Margem EBITDA Ajustada: 61% (+11 p.p. a/a).
Lucro Líquido Ajustado: US$ 68,7 milhões (+217% a/a).
Produção (GEO): 74.227 onças (Recorde a preços constantes).
AISC (Custo Total): US$ 1.396/GEO (-4% t/t).
Alavancagem (Dív. Líq./EBITDA): 0,15x (vs. 0,81x no 2T25).
FCF Recorrente: US$ 115 milhões (+91% t/t).

Análise da Capitalizo (Resultado Positivo)

Avaliamos o resultado como excepcional. A Aura captura perfeitamente o "sweet spot" do setor: preços de commodities em alta (ouro realizado a US$ 3.385/oz) combinado com crescimento de produção (Borborema). O 3T25 marca o quinto trimestre consecutivo de EBITDA Ajustado recorde.

A queda de 4% no custo AISC (t/t) é um destaque, mostrando que a empresa está conseguindo diluir custos fixos com a nova produção. A desalavancagem foi rápida e impressionante, caindo para 0,15x , auxiliada pelo IPO na Nasdaq (US$ 200,1 mi em caixa) e pela forte geração de caixa (FCF Recorrente de US$ 115 mi). 

Complemento Estratégico

O ramp-up de Borborema é o principal vetor de curto prazo. A mina foi concluída dentro do prazo e orçamento e já opera acima de 80% da capacidade , devendo se tornar a segunda maior operação da Aura.

A empresa confirmou que está em linha para atingir o guidance de produção e custos de 2025. A queda do CAPEX no trimestre (-37% t/t) reflete o fim da construção de Borborema, o que deve impulsionar ainda mais o fluxo de caixa livre nos próximos trimestres.


Análise da Capitalizo

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