Neoenergia (NEOE3) divulga resultados do 3T25

Publicado em 28/10/2025

📌 A Neoenergia (NEOE3) apresentou bons resultados operacionais e financeiros no terceiro trimestre de 2025, sustentados por crescimento de mercado, controle de custos e reajustes tarifários positivos em suas distribuidoras.

A receita líquida atingiu R$ 13,0 bilhões, avanço de 10% em relação ao 3T24, impulsionada pela expansão da base de clientes (+2,1%), aumento de 2,3% na energia injetada e reajustes tarifários em todas as concessionárias do grupo.

O EBITDA caixa somou R$ 2,8 bilhões, crescimento de 13% a/a, enquanto o lucro líquido foi de R$ 924 milhões, alta de 10% em relação ao mesmo período de 2024.

DESTAQUES DO 3T25

Receita operacional líquida: R$ 12,97 bilhões (+10% a/a)
EBITDA caixa: R$ 2,8 bilhões (+13% a/a)
Lucro líquido: R$ 924 milhões (+10% a/a)
Energia injetada total: 21.283 GWh (+2,3% a/a)
Margem bruta: R$ 4,56 bilhões (+10% a/a)
Despesas operacionais: R$ 1,08 bilhão (+6% a/a)
Dívida líquida/EBITDA: 3,52x (estável a/a)
Número de clientes: 16,9 milhões (+2,1% a/a)
CAPEX acumulado 9M25: R$ 7,6 bilhões (principalmente em distribuição)

ANÁLISE DA CAPITALIZO (Resultado Positivo)

O trimestre confirmou a resiliência do modelo de negócios da Neoenergia, com destaque para a eficiência operacional das distribuidoras e avanço no segmento de transmissão, que manteve disponibilidade acima dos níveis regulatórios.

O crescimento do EBITDA foi sustentado pelos reajustes positivos da Parcela B, especialmente em Neoenergia Pernambuco (+16,2%), Coelba (+8,1%) e Cosern (+6,6%), além da entrada de novos ativos de transmissão e do melhor resultado da Termopernambuco, agora operando sob contrato de capacidade.

Do lado operacional, houve redução das perdas de energia e inadimplência controlada, com taxa de arrecadação consolidada em 98,3%, demonstrando boa qualidade de crédito e eficiência nas ações de cobrança.

Na área de geração, o portfólio renovável (eólico e solar) respondeu por mais de 45% da capacidade instalada total, embora a geração eólica tenha recuado 6,8% a/a por menor regime de ventos. 

A hidrelétrica Corumbá teve aumento de participação (de 70% para 85%), fortalecendo o portfólio hídrico do grupo.

COMPLEMENTO ESTRATÉGICO

O trimestre também marcou a prorrogação da concessão da Neoenergia Pernambuco até 2060 e o avanço em novos projetos de transmissão, como os lotes Vale do Itajaí e Guanabara, que devem entrar em operação integral até o 4T25.

Com sólida posição financeira e rating AAA pela S&P, a Neoenergia segue focada em crescimento sustentável, ampliando investimentos em redes, digitalização e fontes renováveis.


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