O texto abaixo é a transcrição dos principais pontos comentados na mentoria do último dia 13/01/26. Clique aqui para assistir
Com o início do ano, o foco foi alinhar expectativas, reforçar a metodologia e responder dúvidas recorrentes dos investidores.
Destacamos que não existe recomendação “velha” e que não faz sentido tomar decisões apenas porque um ativo subiu ou caiu recentemente.
Reforçamos a importância de olhar sempre para frente, mantendo disciplina, método e uma carteira bem estruturada, sem se deixar levar por ruídos de curto prazo.
Reforçamos que o investidor não controla o preço das ações no curto prazo, mas controla a qualidade da carteira e o processo de decisão.
Comentamos que rankings semanais, listas de altas e baixas e comparações pontuais não dizem nada sobre o potencial de longo prazo.
Explicamos que, quando a carteira é bem construída, o mercado pode demorar para reconhecer, mas tende a beneficiar os ativos ao longo do tempo.
Falamos sobre como grande parte das opiniões em redes sociais não se baseia em análise profunda das empresas, mas em narrativa, engajamento e achismo.
Explicamos que esse tipo de ruído afeta o psicológico do investidor e costuma levar a decisões impulsivas, como vender bons ativos ou comprar ações sem critério.
Reforçamos que o foco deve ser errar menos, acertar quando possível e não transformar oscilações de curto prazo em gatilhos emocionais.
Comentamos sobre o cenário econômico no Brasil e no exterior, destacando que não vemos necessidade de mudanças relevantes nas recomendações por conta de macro no curto prazo.
Explicamos que a economia americana segue relativamente forte, com inflação mais acomodada e possibilidade de continuidade na queda de juros, enquanto no Brasil o IPCA ficou próximo da média histórica.
Ainda assim, reforçamos que não construímos carteiras para “adivinhar” macro, mas para atravessar diferentes cenários econômicos.
Reforçamos que não faz sentido montar uma carteira inteira baseada em uma única hipótese, como “os juros vão cair”.
Explicamos que o custo de tentar antecipar movimentos antes do efeito aparecer é alto e geralmente resulta em erros.
O processo correto é observar impactos reais e confirmados e, só então, avaliar se alguma alteração estrutural se faz necessária.
Falamos sobre o setor de petróleo por ser um tema recorrente entre os investidores. Explicamos que notícias envolvendo Venezuela, Irã ou OPEP geram volatilidade no curto prazo, mas não representam, por si só, mudança de tese.
Reforçamos que o ponto central é entender se há alteração estrutural na oferta, na demanda ou na dinâmica das empresas acompanhadas.
Também destacamos que a transição energética é gradual e que os combustíveis fósseis ainda representam a maior parte da matriz energética global.
Explicamos a diferença entre as empresas brasileiras e internacionais do setor. Reforçamos que Prio segue como principal recomendação no Brasil, devido ao aumento de produção, queda de custos, posição de caixa sólida e perspectiva de dividendos.
Comentamos que Brava e Petro Recôncavo seguem como manutenção para quem já tem, após quedas relevantes, mas sem indicação de novos aportes no momento.
Reiteramos que Petrobras continua fora das recomendações por não repassar preços de forma adequada e por decisões que não maximizam retorno ao acionista.
No exterior, lembramos que parte da exposição ocorre também via holdings globais.
Reforçamos que as carteiras funcionam como base e referência, mas não obrigam o investidor a replicar tudo exatamente igual.
Explicamos que alguns ativos recomendados não aparecem com peso em determinadas carteiras para manter coerência, equilíbrio e foco, e não por falta de qualidade.
Destacamos a importância de acompanhar periodicamente o sistema, onde ficam registradas posições, resultados e dividendos.
Comentamos sobre como a inteligência artificial vem aumentando eficiência e reduzindo custos em grandes empresas.
Explicamos que ajustes operacionais e cortes de custos fazem parte do processo empresarial e que o investidor deve avaliar se esses movimentos afetam fundamentos de longo prazo.
Reforçamos que toda empresa erra em algum momento, e o erro só importa quando compromete a geração de valor futura.
Falamos sobre Aura por ser um dos ativos mais comentados. Reforçamos que a tese permanece intacta, com crescimento gradual da produção, redução de custos, forte geração de caixa e aumento do pagamento de dividendos.
Explicamos que não é possível prever o comportamento do preço no curto prazo, mas é possível entender o que está acontecendo com o negócio.
Por isso, reforçamos que alta recente não é motivo para redução automática de posição.
Comentamos sobre CBA para ilustrar a diferença entre preço e fundamento. Explicamos que a empresa passou por um período atípico, com queda da commodity e alta de custos, além do impacto natural de um IPO recente.
Reforçamos que a tese de longo prazo não mudou e que muitos relatórios de mercado repetem narrativas sem separar efeitos contábeis de fluxo de caixa.
O investidor precisa manter o foco no negócio, não no barulho.
Falamos sobre eleições e política para reforçar que o mercado se move por expectativa e que tentar antecipar movimentos com base em cenários políticos costuma gerar decisões equivocadas.
Explicamos que a carteira já é estruturada considerando características históricas do Brasil, como volatilidade política, juros elevados e inflação recorrente. Mudanças só fariam sentido diante de impactos reais e confirmados nos fundamentos.
Orientamos sobre cuidados operacionais, especialmente em processos como subscrição de ações. Reforçamos a importância de conferir informações diretamente na custódia e confirmar operações com a corretora para evitar erros.
Destacamos que decisões operacionais mal executadas podem gerar prejuízos desnecessários, mesmo quando a estratégia está correta.
Encerramos reforçando que investir bem é investir com método, paciência e tranquilidade. Diferenças de desempenho no curto prazo são naturais e não invalidam uma estratégia bem construída.
Ruídos, notícias conflitadas e opiniões superficiais tendem a gerar ansiedade e decisões ruins. Quando o investidor entende o processo, confia na carteira e mantém disciplina, os resultados aparecem de forma consistente ao longo do tempo.
Análise da Capitalizo
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