📌 A Intelbras (INTB3) divulgou os seus resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25), apresentando um desempenho marcado pela desaceleração da receita, mas com uma recuperação na rentabilidade líquida e melhora sequencial das margens.
A Receita Operacional Líquida no 4T25 atingiu R$ 1,17 bilhão, uma queda de 9,3% em relação ao 4T24, impactada principalmente pelos segmentos de TIC e Energia.
Apesar do recuo no faturamento, a companhia reportou um lucro líquido de R$ 137,9 milhões no trimestre, representando um crescimento de 8,2% na comparação anual (YoY).
Destaques do Resultado (4T25 vs. 4T24):
•Lucro Líquido: R$ 137,9 milhões contra R$ 127,5 milhões no 4T24 (alta de 8,2%).
•Receita Operacional Líquida: R$ 1,17 bilhão no 4T25 contra R$ 1,29 bilhão no 4T24 (queda de 9,3%).
•EBITDA: R$ 162,2 milhões no trimestre, uma retração de 1,9% YoY.
•Margem EBITDA: Expandiu para 13,9%, contra 12,8% no 4T24 (+1,1 p.p.).
•Lucro Bruto: R$ 358,6 milhões no 4T25, queda de 4,0% frente aos R$ 373,4 milhões do ano anterior.
•Rentabilidade (ROIC pre-tax): Encerrou em 15,1%, uma redução de 3,0 p.p. em relação aos 18,1% registrados no 4T24.
Análise da Capitalizo (Resultado Negativo)
O resultado da Intelbras no 4T25 reflete um trimestre de transição e ajustes estratégicos.
O ponto negativo central é a queda de 9,3% na receita, evidenciando que os segmentos de Energia Solar e TIC (especialmente fibra óptica) continuam a enfrentar desafios de mercado e uma postura mais seletiva da companhia, que priorizou rentabilidade em vez de volume.
No acumulado de 2025, a receita encolheu 6,2%, mostrando que o ano foi de desalavancagem operacional.
Por outro lado, os números preservam uma solidez operacional relevante. A capacidade da empresa de aumentar o lucro líquido em 8,2% e expandir a margem EBITDA para 13,9%, mesmo com o faturamento em queda, demonstra uma gestão rigorosa de despesas e custos (CPV caiu 11,5% YoY).
A geração de caixa livre foi um destaque positivo no ano (1,51x EBITDA), permitindo a distribuição de R$ 300 milhões em dividendos e mantendo uma posição de caixa líquido confortável.
Embora a dinâmica de curto prazo seja de baixo crescimento, a eficiência e a rentabilidade (ROIC de 15,1%) ainda sustentam uma tese de investimento resiliente.
Complemento Estratégico
A Intelbras revisou seus planos quinquenais com foco na retomada do crescimento real a partir de 2026, apostando na consolidação do novo ecossistema de soluções integradas e na eficiência de canais.
A unidade de Segurança continua sendo a fortaleza do grupo, crescendo 3,4% no trimestre e ganhando participação na receita total (62% no 4T25).
Análise da Capitalizo
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